Olá meus queridos usurpadores do sangue alheio! Tudo certinho? No post anterior eu tinha mencionado que o campeonato no Bobs seria dia 8, mas não. Foi neste domingo e infelizmente não pude joga-lo plenamente. Fui jogar apenas a terceira mesa. Nem usei também o shield que eu tinha prometido por causa disso mesmo. Bom, nessa mesa aconteceu uma certa confusão. Eu fui jogar com meu Shadow Shift (Princes e Justicares com obfuscate utilizando Parity Shift) Achei que com Httb a galera tinha esquecido um pouco os Inner Circle e Justicares mas... não foi bem assim. Como iria jogar apenas uma mesa, tinha que dar sorte de não pegar uma lotada de votos... mas não foi bem assim, hehe. A mesa era:
Eu >
Thiago Souza, Ravnos Sensory Deprivation >
Silva, Votos e mais votos de KoT feat. Orlando Oriundus >
Raphael Santos, Ventrue 2-3 .
Bom, deu pra perceber que para um deck de voto sem Awe/Bewitching eu tava enrolado. O pior foi olhar pra trás e ver uma outra mesa com nenhum deck de voto. Bom, mas tá tranquilo. Sem estresse. (Será?)
Os primeiros vampiros foram Sheldon, um Ravnos com dominate, Mary Anne e Arika. Essa aí já me complicou muito porque meu deck tem muitas locations. Rolou um Parity e talz mas quando o Silva levantou outro justicar e o Orlando, eu vi que realmente a mesa seria impossível para mim. Depois o Thiago ainda levantou o Gabrin e veio o Marcus Vitel ao lado da Arika. Levantei mais dois princes mas realmente a coisa tava complicada. Meu cross somava uns 15 votos e as votações só passariam mediante a muita conversa.
Pensei: “Bom, não tem nenhum deck de macho pra mandar esse Orlando pra torpor, e como vampiro vota mesmo costurado, o jeito é conseguir um Vepezinho e sair feliz do campeonato”. Aliás, depois fui ver que o quinto lugar na mesa final seria disputado por três jogadores (um deles eu!) com apenas 1 vp, pois não era um champ com muita gente.
Bom, com um Kine e um Parity Shift eu reduzi o pool do Thiago pra 6. No turno dele, ele decidiu costurar um dos meus dois príncipes. Passou o turno e o Silva, que diga-se de passagem jogou muito, aproveitou a brecha e resolveu a mesa pra ele. Ele sabia que os decks de voto não seriam muito difíceis de atravessar. Decidiu então tirar logo da mesa o único deck que poderia surtir alguma pequena ameaça no mano a mano. Para aguçar ainda mais a vontade de matar o Ravnos, o Thiago disputava com ele o primeiro lugar na mesa final. Ora meus caros... é óbvio que ele optou por matar o predador e ter duas presas indefesas.
Eu, por outro lado, já tinha visto que o que me restaria seria o VP do Thiago. A primeira ação do Silva foi Banishement no Gabrin. A intenção dele era mandar ou uma Political Stranglehold ou uma Reigns of Power e então tirou o Ravnos mais alto. Na hora de decidir pela segunda votação e barganhar pelos votos (se eu votasse contra e entregasse o Edge a votação empataria, pois a Arika iria contra), eu cheguei junto pra garantir meu VP. Ele disse que também tinha um Kine na mão, então eu disse: “Chama a Reigns e depois manda um Kine 2x2 no Thiago e no Raphael”. Assim, eu teria minha presa com 1 pool e eu com dois vampiros agindo. Muito provavelmente mataria ele no bleed, sem precisar de levantar voto. Aí começou o estresse.
O Thiago não conseguiu me convencer de que era preferível fazer um acordo com ele. Realmente não vi nenhum atrativo. Como eu já disse, o Silva tinha 3 vampiros, já influenciava outro e tinha uns 20 de pool. Bleeds simples e uma costura ou outra não afetariam quase em nada o jogo do Silva. Então eu tinha duas opções: 1 VP certo em uma mesa perdida ou ajudar minha presa e tentar enfraquecer meu cross enquanto meu predador vinha voraz com uma Arika e um Marcus Vitel para quem sabe no futuro... eu conseguir...o que? Bom, não pensei duas vezes e fechei acordo com o Silva. O engraçado foi que no turno do Raphael ele mesmo me deu o VP, entrando em acerto comigo de um kine com 3 em mim e 1 no Thiago.
Este então ficou bem nervoso e dizendo que eu tinha feito M*$#@ . Tentei explicar o porque da minha decisão, mostrando que o que ele me oferecia era muito pouco. Mas ele, como jogador vitorioso e acostumado a influenciar mesas com suas intenções, realmente ficou muito transtornado, mesmo tendo vaga garantida na final. De repente até venceu o torneio, nem sei hehe. Mas acho que muitas vezes se transtorna sem motivo. (Te amo Titi!)
O que eu quero demonstrar com isso é que em muitas e muitas mesas você já senta morto. Ou então já senta com um sorriso no rosto, analisando seus oponentes e vendo que seu deck tem grande chance de supera-los facilmente. É claro que várias mesas sofrem reviravoltas absurdas, mas você trocaria o certo pelo duvidoso? Na maioria dos casos minha resposta é NÃO! A não ser é claro quando é decisão de campeonato e o segundo lugar é o primeiro dos últimos. Lembrem que eu disse que eu empatei em quinto com este VP de M*$#@ e tive chance de ir para a final. Nem quis participar da decisão da vaga porque tinha mesmo de ir embora por causa da hora.
Meu conselho é deixar a emoção um pouco de lado e analisar as situações. O que eu ganharia ao juntar forças para destruir o tão poderoso Silva? Humildade é fundamental para muitas vezes deixar de dar murros em ponta de faca e aceitar que no Vtes, um dia é da Presa, outro é do Predador e que de vez em quando é o seu! Valeu galera! Descartando e... seguiu!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
OPÇÕES E RISCO
segunda-feira, 26 de abril de 2010
[PLAYER'S GUIDE] Estratégias
Olá pessoal! Obrigado pelos comentários do post anterior. É isso aí! Quero conhecer quem lê o meu blog po, afinal, vai que eu preciso de um transplante de fígado ou de um dinheiro emprestado! Bom, hoje vou falar sobre alguns parágrafos muito interessantes do Players Guide. Está no capítulo sobre estratégia e é um trecho denominado pelo autor de Dirty Tricks and Psychological Warfare, algo como Truques Sujos e Guerra Psicológica. Ficou com água na boca? Vamos ver então:Capítulo 2 – The Eternal Strategy – Págs 75, 76 e 77
“ Agora, você e eu sabemos que isto é apenas um jogo (hã?) e você nunca irá se apoiar em uma série de perversos e sórdidos truques para ganhar uma mesa (hã?!?!?!). Mas como você poderá ter de se defender deste tipo de coisa no futuro (ah sim.. a doce e suculenta ironia), você deve estar atento e saber identifica-los, combate-los e tirar total proveito deles.
No Magic, isso pode tomar a forma de dar uns espirros quando alguém utiliza a Chaos Orb (hahahaha) ou botar algumas cartas juntas antes de embaralhar o deck para que elas tenham mais chances de vir juntas (já vi muita gente fazendo isso no Vtes). No Jyhad, as táticas se aproximam muito das mesmas utilizadas pelos vampiros para se dar bem no Mundo das Trevas:
Blefar – Seu predador terminou o turno com um Primogen e um Justicar e você não tem nada mais do que a Dollface e Igo the Hungry para bloquea-los no próximo turno. Você joga a master, repõe e um maquiavélico sorriso aparece em seus lábios. Você subitamente dá uma olhada no arsenal dele e seu sorriso aumenta consideravelmente. Você vai para a sua fase de influência e se recosta na cadeira ansioso para que o turno dele comece.
Claro, você não comprou nada mais do que uma Praxis Seizure: Seattle, mas seu predador não sabe disso. Talvez, e só talvez, isso seja o bastante para evitar que ele comprometa todas suas forças, até que você traga seu Gangrel Justicar (como o jogo mudou...) para a mesa.
Blefar é também muito importante para lidar com sua presa. Aquele mesmo sorriso pode aparecer quando você compra uma carta e imediatamente bleeda com a Dollface. Sua presa que estava guardando seu único block para seu Ventrue com Laptop Computer (Heart of the City vai...), agora o desperdiça contra a Dollface. Agora seu Ventrue pode agir sem ser molestado, e você termina com o Edge, uma presa enfraquecida e uma Dollface surrada – um sacrifício bem pago.
Prestações – Este é o sistema de débitos e créditos utilizado entre os Cainitas e a principal maneira deles irem a forra uns com os outros. Se você faz um favor a alguém, você não precisa força-lo a pagar tudo de uma vez. Ao contrário, você fica o lembrando sobre o favor por todo o jogo, fazendo com que ele pague por muitas e muitas vezes em pequenos favores ao invés de um grande favorzão.
Isso quer dizer que você corre um risco de nunca ser pago completamente – talvez seu devedor não tenha chance de quitar a dívida antes de sair do jogo. Ainda assim o risco vale a pena e talvez você consiga que esse jogador lembre deste favor na próxima mesa (nossa, Richard Garfield falando isso?).
Politicagem – Diplomacia não se restringe à hora de uma votação. Todos que já jogaram um jogo de guerra multiplayer sabem que um jogador sempre tentará focar a atenção dos outros no jogador que ele considera mais ameaçador aos seus planos. Seja esse jogador (o diplomata, não a ameaça)! Aponte todas as miras para bem longe de você. Talvez alguém que tenha mais pool, mais mininos ou vampiros maiores que os seus. Talvez ele só tenha influenciado um vampiro com 6 pool. Alerte a todos que ele provavelmente irá levantar um monstro no próximo turno e desbalancear toda a mesa.
Essa é uma tática muito fácil de ser desmascarada, então fique atento para ser capaz de convencer a todos de sua própria miséria ao mesmo tempo. Não chame a atenção de todos para os três primogênitos da sua presa quando você mesmo tem dois príncipes. Pelo contrário, lembre a todos que ele tem o Edge e que precisará se fortalecer para ter a supremacia da mesa.
Tudo isso nos leva para a última estratégia clássica entre os vampiros:
Choramingar e Implorar - “Vocês estão todos contra mim!” “Vou ser seu melhor amigo se você não me atacar.” “Eu nunca venço...” “Em mim?!?!?” “Isso não é justo!” Hey, talvez ninguém queira jogar com você de novo, mas você terá levado a mesa.”
Hahahaha... a tática do Chororô tem um ilustre adepto aqui nas mesas do Rio. Comenta aí dizendo quem é Thiago! Hahaha
É isso aí galera! Escolha sua estratégia e seja feliz! No início de Maio teremos mais uma edição do Big Jyhad Bob. Será a estréia do meu mais novo e polêmico shield! Postarei a foto aqui!Descartando e... seguiu!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
[PLAYERS GUIDE] THE EDGE
E aí chupa-cabra! Não, você não está sobre efeito de alucinógenos (será?), eu realmente atualizei o blog pela 2ª vez na mesma semana! Hahaha... Continuando a falar sobre o Livro do post anterior, hoje irei botar aqui alguns trechinhos sobre uma das coisas que mais me irrita no Vtes: The Edge.Duas coisas sacodem minhas pelancas quando o assunto é o Edge. A primeira é quando eu esqueço de pegar o meu pool precioso no início do turno. Alguns playgroups pelo Brasil não são tão rígidos e aliviam quando o cara esquece, deixando ele pegar no decorrer do turno. Mas aqui no Rio é Lei Federal: Iniciou a fase master? Bye, bye pontinho do Edge! E quantos e quantos Gws não foram decididos por 1 pool?
A segunda é quando alguém da mesa bleeda e não pega e bota o Edge simbólico na sua área de jogo. Muitas vezes eu tomei como base o Edge estar com alguém (em votações, diableries, etc.) e me dei mal, ou quase...
Segue então parte traduzida (que piada...) do livro A Players Guide to the Jyhad:
Introduction – Pág 14
“ Existe uma enorme tendência em um jogo multiplayer, onde o conflito é mutuamente destrutivo (como no Jyhad), de estagnar quando as coisas estão “quites”. É realmente muito chato um jogo onde a melhor estratégia para todos os participantes é não fazer nada. Isso explica muitos elementos deste jogo. A recompensa de sangue que você recebe por prejudicar sua presa geralmente compensa as perdas durante as lutas.
O Edge é uma recompensa para encorajar os jogadores a bleedarem uns aos outros e também serve para desequilibrar o jogo quando todo mundo para. Se algum dos jogadores passa muitos turnos ganhando o blood do Edge, os outros pensam melhor com relação a acabar com a paz ou conceder a partida.”
Manero, né? E assim nasceu o Edge hehe. Agora um trecho que explica rpgisticamente (salve Kazan!) o significado desde elemento do jogo:
Capítulo 4 – Beyond Jyhad – Págs 121 e 122
“ Quando um Mathuselah consegue destruir alguma posse que pertence a sua presa, ele inflige um real e intangível dano na vítima. Os danos tangíveis incluem grandes perdas de servos e/ou território. Os intangíveis são uma ameaça psicológica e a perda de status perante seus semelhantes, algo que pode ser mais valioso do que a própria não-vida. Uma pequena derrota não é o bastante. Perder um simples pião não é o bastante. O ataque deve penetrar as defesas da vítima e destruir fontes importantes.
No vil e incestuoso mundo dos antigos cainitas, uma ferida diretamente no orgulho e na vaidade de um Mathuselah é um dos maiores triunfos, podendo até destruí-lo por completo. É uma vantagem muito maior do que o simples prejuízo material.
Infligir um golpe deste porte no status de um da mesma espécie faz com que os outros parem e pensem. Eles argumentam sobre a punhalada que penetrou fundo no coração do santuário de um Mathuselah. Eles ficam em certa discordância com relação ao atacante mas menos inclinados a se unir contra ele em uma luta. Isso dá a ele uma certa vantagem, ou Edge, que é representada no Jyhad pelo pontinho de sangue no início de seu turno.
Mas as harpias da Camarilla são notoriamente inconstantes e o temido e respeitado herói de ontem pode ser a velha notícia de hoje. Tão logo um outro rival consiga infligir outra ferida em seu oponente, a façanha do anterior é rapidamente esquecida na pressa de espalhar a novidade. Essa mudança pode acontecer tão rapidamente que um Mathuselah pode nem mesmo tirar proveito do Edge. Em jogos especialmente agressivos, o Edge pode trocar de dono mais de uma vez em uma mesma rodada, beneficiando a ninguém. Afinal de contas, se todo mundo vira e mexe está sangrando, um golpe certeiro é dificilmente lembrado ou digno de notícias. Quando todo mundo tem o Edge, ninguém tem o Edge. Só é importante quando é único.”
Sábias palavras meus caros e são tão verdadeiras agora como quando foram escritas. E aí, estão gostando destes posts? De saber mais da ambientação do jogo? Preciso saber caramba, afinal vocês é que freqüentam isso aqui, não eu! Comentem! Descartando e... seguiu!
ps.: Olha o Maaaaaalte!
terça-feira, 13 de abril de 2010
RELÍQUIA...
Fala galera! Eu sei que estou sumido, mas espero que vocês não tenham desistido de dar aquela espiadinha aqui de vez em quando pra saber se tem atualização. Fazendo uma arrumação no meu quarto esse fim de semana, encontrei um livro muito interessante que a maioria de vocês nem sabe que existe. O nome dele é The Eternal Struggle: A Players Guide to the Jyhad. É basicamente um manual explicando como o Jyhad foi criado e como deve se jogar. Como eu consegui? Bom... no fim do arco-íris, em uma distante cidade chamada Piratininga, vive um velho ancião narigudo chamado Kazan. Foi com ele que aprendi a jogar e foi dele que eu peguei esse livro emprestado e nunca mais devolvi.Alias, perguntando para o mesmo onde ele conseguira, fiquei sabendo que ele mesmo não sabe haha. Disse que provavelmente veio junto com algum lote de cartas comprado de algum ser das trevas em meados desta década. O livro é bem antigo e não abrange tudo que o Vtes é hoje em dia, porém tem muita coisa interessante, principalmente quando se fala das origens do jogo e da ambientação que deixa o jogo muito mais interessante e apaixonante.
O livro tem 206 páginas e pelo que diz na contra-capa, custava 7.95 dólares. Uma coisa curiosa é que possui os símbolos das duas empresas que dividem o crédito pelo jogo: White Wolf e Wizards of the Coast. Ah! Também tem um simbolozinho da Garfield Games. Richard Garfield que divide a autoria do livro com meia dúzia de nerds americanos. O livro é todo em inglês.
Como eu disse, tem muita coisa interessante e eu pretendo botar algumas coisas legais aqui pra vocês. Hoje, como aperitivo, vou botar um trechinho traduzido que conta como o jogo foi idealizado. Segue:
Capítulo 1 – Introdução e Notas do Criador – Págs 7, 8 e 9
“ O segundo jogo estilo Deckmaster tinha de ser bem diferente para demonstrar que jogos de cartas colecionáveis não era uma bobagem, mas sim um novo veículo de jogo, um novo gênero. E também tinha de ser bom, um jogo pra história que estabelecesse uma linha a parte, mais do que citações referentes a Magic: The Gathering. Eu odeio sequências fracas.
Relembrando, era ambicioso montar um jogo tendo como tema o Mundo das Trevas, sendo que não bastava ser novo, mas também precisava satisfazer um já existente grupo de fãs sem trair a atmosfera que arrastava jogadores para o Vampire, em um primeiro momento. Não importava no que o jogo iria se tornar, mas alguma coisa inevitavelmente ficaria de fora.
Tentar capturar um mundo roleplaying dentro de um card game, particularmente um roleplaying cheio de profundidade e significado, é como tentar criar um único prato que simbolize toda a culinária da Europa. Quanto mais você adiciona, mais cada parte se enfraquece individualmente, e você perde a possibilidade de capturar o todo.
A escolha de centrar o jogo na Jyhad, a antiga guerra velada que é o fundamento de tanta coisa em Vampire, não foi difícil. Os jogadores teriam a oportunidade de ter uma visão estratégica do Mundo das Trevas, assim como o faziam durante um RPG. E também elementos de intriga e política eram muito bem adaptáveis a uma mesa, assim como elementos de romance.
Uma versão anterior do jogo tinha uma estrutura sugerida inicialmente por Mark Rein Hagen. Muitas idéias foram surgindo e uma em particular chamou minha atenção. Dois jogadores vampiros estariam na disputa inicialmente incontrolados. O objetivo do jogo seria criar uma corrente de vampiros controlados por um jogador até o lado de seu oponente.
O jogo era bem diferente de Magic mas não refletia nem um pouco o espírito do Mundo das Trevas. Andrew Greenberg comentou que as disciplinas vampíricas eram muito importantes para serem relegadas a uma carta ou outra. Lisa Stevens me disse que armas modernas eram agentes igualitários que permitiam jovens e proeminentes vampiros duelar com Cainitas experientes, que em outras épocas fariam picadinho dos mais novos, facilmente. Um membro da Seattle Camarilla observou que um jogo multiplayer era imprescindível, já que a política só existiria realmente com mais de duas pessoas.
Então, foi nesse caminho que eu aprendi o que era mais valioso para a maioria dos jogadores de Mundo das Trevas, e comecei a incorporar esses elementos na estrutura do jogo. Outra importante tarefa que eu percebi que deveria ser feita era criar uma rede de pesquisa perguntando que tipo de cartas, entusiastas de Vampire gostariam de ver num jogo como este. Era uma pergunta bem curiosa, já que não era dada nenhuma dica de como seria a mecânica do cardgame. Alias, a mecânica ainda estava em fase de aprimoramento na época, mas eu encontrei muita gente que sabia o que queria ver em um jogo sobre Vampire.
Esta pesquisa asseguraria que o jogo passaria no teste dos fãs, ou seja, que quando o jogo estivesse pronto, ele incorporaria a atmosfera esperada pelos entusiastas. Eu recebi várias e várias listas que incluíam sugestões como:
- Inquisição
- Caçadores
- Amaranth
- Fragmento do Livro de Nod
- Phosphorous Rounds
- Lápis atirados de revólveres
- Lobisomens
(...)
A próxima edição de Jyhad foi menos ambiciosa que a primeira, parecendo muito mais com Magic. Não importava se existissem semelhanças, contanto que a natureza do jogo fosse diferente. Me voltar para um jogo mais no estilo de Magic, me ajudou a me manter distante de tentar reinventar a roda e também deu asas para uma versão muito mais natural de um cardgame multiplayer.”
Muito maneiro, né? Fascinante conhecer mais aspectos do processo de construção de um cardgame mundialmente conhecido. Percebemos também a preocupação que o Richard tinha em se manter fiel ao Mundo das Trevas. Sábia escolha. Diferentemente de Magic, cuja a história foi criada juntamente com o Cardgame, Jyhad já tinha todo um mundo pronto, que deveria ser incorporado fielmente ao jogo de cartas.
Bom, vou dar uma lida no livro e catar mais curiosidades. Valeu galera! Até mais! Descartando e... seguiu!
segunda-feira, 1 de março de 2010
[REPORT] Release HttB - Rio de Janeiro
Em terra de Fada, quem tem três olhos é Rei.
E aí pessoal? Vamos saber como foi o release de Heirs to the Blood aqui no Rio? Bom, passamos a semana inteira na espectativa se haveria o torneio ou não, já que as cartas só chegaram na central dos correios na sexta a tarde. Fiquei muito feliz pela confirmação mas eu confesso que ao invés de passar a noite da véspera estudando os decks, fiquei jogando WoW e fui dormir tarde. Tinha quase certeza que conseguiria o Kyasid/Lasombra. Peguei o carango e fui para o global bairro de Ipanema. Me sentindo um personagem de Manuel Carlos (que viadagem...) cheguei a galeria da Point HQ. Loja essa que voltou a vender Vtes e tem muito material, incluindo deck Tzi de Third Edition, Giovanni e Setita de Lords, coisas de HttB...
Ao chegar fiquei sabendo que só haveriam 3 decks de cada. Fiquei meio bolado por não conseguir o Kyasid mas profetizei: “O que tiver de ser, será!”. Minha segunda opção foram os Salubri. O torneio foi Draft e além do deck teríamos 2 boosters de HttB, 1 de Third Edition e 1 de Keepers of Tradition. Minha estratégia no Draft era pegar cartas de auspex e fortitude. Tentei ao máximo reduzir, mas como eu já expliquei, os decks vieram muito bem balanceados e meu deck final ficou com 70 cartas, assim:
Deck Name: Em terra de Fada, quem tem três olhos é Rei.
Created By: Joo
Description: (Salubri/!Ventrue precon-drafted)
Crypt: (12 cards, Min: 13, Max: 32, Avg: 5,41)
----------------------------------------------
1 Neighbor John dom for AUS 5 Ventrue Antitribu
1 Rashiel val for 3 Salubri Antitribu
1 Langa for VAL 5 Salubri Antitribu
1 Jephta Hester aus DOM FOR 5 Ventrue Antitribu
1 Nahum Enosh for pre AUS OBE OBF VAL Salubri
( com 2 villen e 2 vessel me dei ao luxo de botar esse hunting ground com +1 bleed e com as disciplinas que eu usava hehe...)
1 Mariel St. John dom pro AUS FOR 6 Ventrue Antitribu
1 Silas aus dom val FOR 5 Salubri Antitribu
2 Uriel ani obe AUS FOR VAL 8 Salubri Antitribu
1 Aredhel aus FOR VAL 5 Salubri Antitribu
1 Margarite obt 1 Pander
(sabbazinha de 1 com um penalti ridículo. Me ajudou muito na final.)
1 Nkechi val aus for 4 Salubri Antitribu
Library: (70 cards)
-------------------
Master (10 cards)
1 Corporate Hunting Ground
2 Villein
1 Fortitude
2 Vessel
1 Fame
1 Auspex
1 Information Highway
1 Guardian Angel
Action (11 cards)
1 Anima Gathering
1 Graverobbing
2 Rumble
2 Sense Death – broken no constructed e ultra broken no limited
2 Oppugnant Night – draft: for (D) Enter combat with a ready minion.
3 Abbot
Action Modifier (2 cards)
2 Dawn Operation
Political Action (2 cards)
(consegui chamar duas as vezes cada uma e passei do jeito que eu quis. Show!)
1 Conservative Agitation
1 Consanguineous Boon
Reaction (19 cards)
1 Keep It Simple – jogou muito...
1 Melange
3 Enhanced Senses
2 Telepathic Counter
3 Eyes of Argus – preciso falar alguma coisa?
5 Wake with Evening`s Freshness – a nova arte é show!
4 Precognition
4 Hide the Heart – jogou muito! Ótima carta.
Combat (16 cards)
1 Chiropteran Marauder – Draft: Do not replace until after combat. Manuever
1 Eye of Unforgiving Heaven
1 Song of Serenity – Draft: for as ani above.
5 Unflinching Persistence
5 Indomitability
3 Target Vitals
Equipment (5 cards)
5 Baseball Bat
Event (1 cards)
1 Dragonbound
Como vocês perceberam, as únicas cartas de Salubri/Valereen foram Hide the Heart, Sense Death e Eyes of U H. Com muito medo do Kyasid e sabendo que três dos quatro decks usavam dominate, foquei o deck em bloquear/reduzir bleed e num combate moderado. Confesso que pensei ter errado completamente nas duas primeiras mesas. Alias não vou nem falar muito delas, porque realmente só consegui meio vp na segunda. Vamos saber então como foi a primeira mesa que prestou pra mim hehe...
3ª Mesa:
Eu >
Itamar, Samedis e weenies >
Vitor Silva, Salubri >
Tomás, Kyasid.
Comecei levantando o Langa e o Silas. O Tomás decidiu levantar uma Kyasid de 9 e deu tempo pra eu ajeitar meu setup. Equipei o taco de baseball, fiz abbot e vessel. O Itamar, Prince of Rio começou levantando um gangrel de 2 e já ia equipar alguma coisa mas os Salubri do outro lado da mesa não deixaram. Alias, não deixaram o Itamar fazer quase nada hehe.. No meu turno eu botei a Dragonbound e senti que mataria os Samedi, tendo em vista o possível numero de vampiros em torpor. Vale ressaltar que lidei muito bem com os bleeds do Tomás, reduzindo, bloqueando e até anulando com a Hide the Heart (O vampiro teve que pagar um de sangue e não tinha mais pra pagar a Govern hehe...). Com a Villein na mão senti coragem e chamei o Nahum. Jogou muito. Matei o Itamar e quando estava em vias de mandar os vampiros do Vitor pro saco... o tempo acabou.
Eu 1,5vp, Vitor Silva 0,5vp, Tomás 0,5vp.
Fui pra final em quarto e como era de se esperar, escolhi ser predado pelo quinto lugar, que era o Diogo.
Mesa Final:
Eu >
Tio Chico, Kyasid >
Sílvio, Kyasid >
Vitor Silva, Salubri >
Diogo, Tremere/Gargoyle.
Fui o primeiro a influenciar e com uma Vessel na mão não exitei em levantar a Margarite. Que show que essa panderzinha deu. Bleedou e me deu o edge no segundo turno. Edge que ficou mais uns 2 turnos comigo. Depois ficou no Vessel+Hunt uns 3 ou 4 turnos. Brava guerreira. Dei sorte também porque no primeiro bleed o Tio Chico levou uma Archon na lata. Draft tecnológico do meu amigo Silvio. No mais, os outros salubri da mesa vieram cheios de graça e entraram em conflito com os Tremere. Silvio tava dando azar com a falta de stealth. Tio Chico se restabeleceu e voltou a botar pressão nele.
Levantei a Nkechi e o Uriel. O conflito continuou entre o Diogo e o Vitor Silva e eu consegui levantar uma !Ventrue. Eu tentava controlar o Tio Chico, mas tava dificil. O stealth brotava nas ações indiretas. Quando meu predador conseguiu uma certa trégua com os outros !Salubri, a brava Margarite virou famosa mas não perdeu a humildade. Ficou na dela, em riste como um obelisco em homenagem a cagada que eu dei no início da mesa. Quem foi pra torpor foi a !Ventrue porque eu inventei de botar mais um Baseball Bat (já tinha dois nos dois !Salubri...). Pra completar o Diogo ainda botou uma Revelations na mesa.
Consegui ir pra cima do Tio Chico mas mesmo assim ele quase matou o Silvio. No turno seguinte esse tirou o Vitor Silva da mesa. Nessa altura o Diogo já estava com uns seis minions e vinha bleedando horrores. Me segurei com o pool que eu vinha fazendo das vessel e villein. De vez em quando vinha um rush em mim, mas a maioria ia pra trás porque o medo do Diogo de ser dominado pelas fadas era grande. Com a Dragonbound na mesa ficou mais fácil e eu finalmente consegui o meu vp. Em seguida levantei a Aredhel.
Nessa altura da mesa eu sabia que se matasse o Sílvio o título seria meu, pois entrei melhor colocado do que o Diogo na mesa. Silvio ficou com um vampiro e o Diogo com um de pool. No desespero os gárgulas foram de rush pra cima das fadas e facilitaram meu serviço. Depois de enrabar a última fada nem teve mais jogo porque já tava tarde pra caramba... o Olho que tudo vê reinou sobre as demais linhagens.
Eu 2vps, Diogo 2vps e Sílvio 1vp
Boas:
- Ter novamente a Point HQ como parceira e haven.
- “ O que tiver de ser, será! ”
- Segundo torneio do ano e segundo título!
- Bi Limited (Ebony Kingdom + Heirs to the Blood)
- O clima descontraído e animado do torneio.
- Ter tirado um War Ghoul no Draft!
- A sensação de vencer após pensar ter feito a maior asneira hehe...
Más:
- Eu não ter conseguido o Kyasid... mas deixa pra lá, né?
- Não ter tido mais gente. (Foram 9 pessoas).
- Não poder acompanhar o pré-release de WoW-CCG simultâneo...
É isso aí galera. Espero que tenham gostado e que comentem sobre como foram os release em suas cidades. Principalmente a galera de Portugal que está sumida. Valeu cambada!!!
ps.: No próximo torneio vou jogar com meu deck de Sorte/Revés pra dar chance pros outros =P
E aí pessoal? Vamos saber como foi o release de Heirs to the Blood aqui no Rio? Bom, passamos a semana inteira na espectativa se haveria o torneio ou não, já que as cartas só chegaram na central dos correios na sexta a tarde. Fiquei muito feliz pela confirmação mas eu confesso que ao invés de passar a noite da véspera estudando os decks, fiquei jogando WoW e fui dormir tarde. Tinha quase certeza que conseguiria o Kyasid/Lasombra. Peguei o carango e fui para o global bairro de Ipanema. Me sentindo um personagem de Manuel Carlos (que viadagem...) cheguei a galeria da Point HQ. Loja essa que voltou a vender Vtes e tem muito material, incluindo deck Tzi de Third Edition, Giovanni e Setita de Lords, coisas de HttB...
Ao chegar fiquei sabendo que só haveriam 3 decks de cada. Fiquei meio bolado por não conseguir o Kyasid mas profetizei: “O que tiver de ser, será!”. Minha segunda opção foram os Salubri. O torneio foi Draft e além do deck teríamos 2 boosters de HttB, 1 de Third Edition e 1 de Keepers of Tradition. Minha estratégia no Draft era pegar cartas de auspex e fortitude. Tentei ao máximo reduzir, mas como eu já expliquei, os decks vieram muito bem balanceados e meu deck final ficou com 70 cartas, assim:
Deck Name: Em terra de Fada, quem tem três olhos é Rei.
Created By: Joo
Description: (Salubri/!Ventrue precon-drafted)
Crypt: (12 cards, Min: 13, Max: 32, Avg: 5,41)
----------------------------------------------
1 Neighbor John dom for AUS 5 Ventrue Antitribu
1 Rashiel val for 3 Salubri Antitribu
1 Langa for VAL 5 Salubri Antitribu
1 Jephta Hester aus DOM FOR 5 Ventrue Antitribu
1 Nahum Enosh for pre AUS OBE OBF VAL Salubri
( com 2 villen e 2 vessel me dei ao luxo de botar esse hunting ground com +1 bleed e com as disciplinas que eu usava hehe...)
1 Mariel St. John dom pro AUS FOR 6 Ventrue Antitribu
1 Silas aus dom val FOR 5 Salubri Antitribu
2 Uriel ani obe AUS FOR VAL 8 Salubri Antitribu
1 Aredhel aus FOR VAL 5 Salubri Antitribu
1 Margarite obt 1 Pander
(sabbazinha de 1 com um penalti ridículo. Me ajudou muito na final.)
1 Nkechi val aus for 4 Salubri Antitribu
Library: (70 cards)
-------------------
Master (10 cards)
1 Corporate Hunting Ground
2 Villein
1 Fortitude
2 Vessel
1 Fame
1 Auspex
1 Information Highway
1 Guardian Angel
Action (11 cards)
1 Anima Gathering
1 Graverobbing
2 Rumble
2 Sense Death – broken no constructed e ultra broken no limited
2 Oppugnant Night – draft: for (D) Enter combat with a ready minion.
3 Abbot
Action Modifier (2 cards)
2 Dawn Operation
Political Action (2 cards)
(consegui chamar duas as vezes cada uma e passei do jeito que eu quis. Show!)
1 Conservative Agitation
1 Consanguineous Boon
Reaction (19 cards)
1 Keep It Simple – jogou muito...
1 Melange
3 Enhanced Senses
2 Telepathic Counter
3 Eyes of Argus – preciso falar alguma coisa?
5 Wake with Evening`s Freshness – a nova arte é show!
4 Precognition
4 Hide the Heart – jogou muito! Ótima carta.
Combat (16 cards)
1 Chiropteran Marauder – Draft: Do not replace until after combat. Manuever
1 Eye of Unforgiving Heaven
1 Song of Serenity – Draft: for as ani above.
5 Unflinching Persistence
5 Indomitability
3 Target Vitals
Equipment (5 cards)
5 Baseball Bat
Event (1 cards)
1 Dragonbound
Como vocês perceberam, as únicas cartas de Salubri/Valereen foram Hide the Heart, Sense Death e Eyes of U H. Com muito medo do Kyasid e sabendo que três dos quatro decks usavam dominate, foquei o deck em bloquear/reduzir bleed e num combate moderado. Confesso que pensei ter errado completamente nas duas primeiras mesas. Alias não vou nem falar muito delas, porque realmente só consegui meio vp na segunda. Vamos saber então como foi a primeira mesa que prestou pra mim hehe...
3ª Mesa:
Eu >
Itamar, Samedis e weenies >
Vitor Silva, Salubri >
Tomás, Kyasid.
Comecei levantando o Langa e o Silas. O Tomás decidiu levantar uma Kyasid de 9 e deu tempo pra eu ajeitar meu setup. Equipei o taco de baseball, fiz abbot e vessel. O Itamar, Prince of Rio começou levantando um gangrel de 2 e já ia equipar alguma coisa mas os Salubri do outro lado da mesa não deixaram. Alias, não deixaram o Itamar fazer quase nada hehe.. No meu turno eu botei a Dragonbound e senti que mataria os Samedi, tendo em vista o possível numero de vampiros em torpor. Vale ressaltar que lidei muito bem com os bleeds do Tomás, reduzindo, bloqueando e até anulando com a Hide the Heart (O vampiro teve que pagar um de sangue e não tinha mais pra pagar a Govern hehe...). Com a Villein na mão senti coragem e chamei o Nahum. Jogou muito. Matei o Itamar e quando estava em vias de mandar os vampiros do Vitor pro saco... o tempo acabou.
Eu 1,5vp, Vitor Silva 0,5vp, Tomás 0,5vp.
Fui pra final em quarto e como era de se esperar, escolhi ser predado pelo quinto lugar, que era o Diogo.
Mesa Final:
Eu >
Tio Chico, Kyasid >
Sílvio, Kyasid >
Vitor Silva, Salubri >
Diogo, Tremere/Gargoyle.
Fui o primeiro a influenciar e com uma Vessel na mão não exitei em levantar a Margarite. Que show que essa panderzinha deu. Bleedou e me deu o edge no segundo turno. Edge que ficou mais uns 2 turnos comigo. Depois ficou no Vessel+Hunt uns 3 ou 4 turnos. Brava guerreira. Dei sorte também porque no primeiro bleed o Tio Chico levou uma Archon na lata. Draft tecnológico do meu amigo Silvio. No mais, os outros salubri da mesa vieram cheios de graça e entraram em conflito com os Tremere. Silvio tava dando azar com a falta de stealth. Tio Chico se restabeleceu e voltou a botar pressão nele.
Levantei a Nkechi e o Uriel. O conflito continuou entre o Diogo e o Vitor Silva e eu consegui levantar uma !Ventrue. Eu tentava controlar o Tio Chico, mas tava dificil. O stealth brotava nas ações indiretas. Quando meu predador conseguiu uma certa trégua com os outros !Salubri, a brava Margarite virou famosa mas não perdeu a humildade. Ficou na dela, em riste como um obelisco em homenagem a cagada que eu dei no início da mesa. Quem foi pra torpor foi a !Ventrue porque eu inventei de botar mais um Baseball Bat (já tinha dois nos dois !Salubri...). Pra completar o Diogo ainda botou uma Revelations na mesa.
Consegui ir pra cima do Tio Chico mas mesmo assim ele quase matou o Silvio. No turno seguinte esse tirou o Vitor Silva da mesa. Nessa altura o Diogo já estava com uns seis minions e vinha bleedando horrores. Me segurei com o pool que eu vinha fazendo das vessel e villein. De vez em quando vinha um rush em mim, mas a maioria ia pra trás porque o medo do Diogo de ser dominado pelas fadas era grande. Com a Dragonbound na mesa ficou mais fácil e eu finalmente consegui o meu vp. Em seguida levantei a Aredhel.
Nessa altura da mesa eu sabia que se matasse o Sílvio o título seria meu, pois entrei melhor colocado do que o Diogo na mesa. Silvio ficou com um vampiro e o Diogo com um de pool. No desespero os gárgulas foram de rush pra cima das fadas e facilitaram meu serviço. Depois de enrabar a última fada nem teve mais jogo porque já tava tarde pra caramba... o Olho que tudo vê reinou sobre as demais linhagens.
Eu 2vps, Diogo 2vps e Sílvio 1vp
Boas:
- Ter novamente a Point HQ como parceira e haven.
- “ O que tiver de ser, será! ”
- Segundo torneio do ano e segundo título!
- Bi Limited (Ebony Kingdom + Heirs to the Blood)
- O clima descontraído e animado do torneio.
- Ter tirado um War Ghoul no Draft!
- A sensação de vencer após pensar ter feito a maior asneira hehe...
Más:
- Eu não ter conseguido o Kyasid... mas deixa pra lá, né?
- Não ter tido mais gente. (Foram 9 pessoas).
- Não poder acompanhar o pré-release de WoW-CCG simultâneo...
É isso aí galera. Espero que tenham gostado e que comentem sobre como foram os release em suas cidades. Principalmente a galera de Portugal que está sumida. Valeu cambada!!!
ps.: No próximo torneio vou jogar com meu deck de Sorte/Revés pra dar chance pros outros =P
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
NEW AHRIMANE
Fala aí pessoal! Se você mora no Rio não precisa falar não. Com o calor que tá, até a saliva é preciosa. Dei uma pensadinha nas cartinhas de HttB e já montei uma list aqui de Ahrimane wall. Acho que já tenho decks suficientes e de tipos variados, mas to me coçando e me controlando pra não montar esse aí:Deck Name: Ahrimane Wall HttB
Created By: Joo
Crypt: (12 cards, Min: 17, Max: 28, Avg: 6,21)
-------------------------------------------------------------------
1 Gentha Shale pot spi ANI PRE 6 Ahrimanes
2 Effie Lowery obf ANI SPI 5 Ahrimanes
4 Muricia ANI PRE SPI 7 Ahrimanes
1 Darlene Killian ani spi 2 Ahrimane
2 Sahana pre pro spi ANI 5 Ahrimane
2 Janney Pickman for ANI PRO 6 Gangrel Antitribu
Library: (90 cards)
-------------------
Master (16 cards)
1 Path of Lilith
1 Haven Uncovered
1 High Museum of Art, Atlanta
1 KRCG News Radio
1 Marrakesh Codex, The
1 Pentex Subversion
1 Powerbase: Barranquilla
1 Powerbase: Montreal
1 Rack, The
5 Vessel
1 Blessing of the Beast
1 WMRH Talk Radio
Action (8 cards)
2 Ahrimane Protectorate
2 Sanguine Instruction
2 Nose of the Hound
2 Charge of the Buffalo
Reaction (28 cards)
5 Cats` Guidance
6 Ears of the Hare
5 Falcon`s Eye
4 On the Qui Vive
6 Speak with Spirits
2 Sense the Savage Way
Combat (23 cards)
6 Carrion Crows
4 Strength of the Bear
4 Target Vitals
5 Taste of Vitae
4 Weighted Walking Stick
Ally (2 cards)
1 Gregory Winter
1 Ohoyo Hopoksia (Bastet)
Retainer (2 cards)
2 Raven Spy
Equipment (4 cards)
2 Leather Jacket
2 Sniper Rifle
Event (1 cards)
1 Dragonbound
Combo (6 cards)
6 Swiftness of the Stag
Vamos ver as cartas novas que entraram no deck e porque:
Blessing of the Beast – Como eu disse no post anterior é uma carta maravilhosa. E seria assim também se fosse de qualquer outro clã. Roda a mão, dinamiza o jogo, sem custo, impõe um certo respeito, etc... perfeita.
Charge of the Buffalo – Eita. Essa aí quase entrou no meu Top 10. Se fosse +1 stealth D action pularia pra Top 5. Mas ainda assim é uma ótima carta que me ajudou a trazer o combate do deck pro close range.
Ears of the Hare – Sem comentários, né? Um deck que já era um wall razoável, ganhar uma Enhanced Senses gera orgasmos múltiplos sem muito esforço. Ainda bem que eu não tenho mais esse deck, se não ia ter que comprar uma caixa dessa expansão...
Visionquest – Não. Eu não errei. Originalmente eu tinha posto esta, só que depois, analisando o deck vi que Sanguine Instruction serviria melhor. Até porque os dois vampiros que entraram de HttB tem só um nível de Animalism. Bom, eu preferi desse jeito...
Não botei a path, porque o deck só tem a Strenght of the Bear que gasta sangue. Bom, é isso aí galera. Quais cartas novas vocês já estão correndo atrás? Quero saber! Descartando e... seguiu!
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Fala aí pessoal. E então? Curtiram o cardlist de Heirs to the Blood? Eu achei bem legal. Acho que muitos clãs entraram de vez para a elite do Vtes com algumas cartas. Segue um TOP 10 das Library Cards e o porque de eu achar as cartas boas. Diga-se de passagem, não estão em ordem de importância. Elaborei uma ordem própria que eu gosto de chamar de: Alfabética. ¬¬
Blessing of the Beast - RaraCardtype: MasterClan: Ahrimanes. Burn option.
Bote essa carta em um Ahrimane com qualquer quantidade de cartas de Spiritus da sua mão (viradas para baixo). Você pode olha-las a qualquer momento. Este Ahrimane pode jogar estas cartas como se estivessem em sua mão. Queime esta carta quando não tiver mais cartas nela. Um vampiro pode ter apenas uma Bleesing of the Beast.
Bom, Ahrimane foi um dos clãs mencionados acima como os mais novos pertencentes a elite do Vtes. Por esta e por outra carta que faz parte deste Top 10. Blessing of the Beast não é boa porque é de Ahrimane. Seria boa para qualquer clã. Um efeito a meu ver excelente que trás dinâmica ao jogo. Lembra um pouco a Mokole's Blood, né? Todo deck de Ahrimane deve ter uma.
Code of Samiel - RaraCardtype: MasterClan: Salubri antitribu (Burn option)Cost: 2 pool
Master Unique. Bote esta carta em jogo. Durante sua untap phase, um Salubri Antitribu que você controla ganha 1 blood. Quando um Salubri Antitribu queimar um vampiro ready ou mandar uma vampiro pra torpor em combate ou como uma D action, ele ou ela desvira no fim da minion phase.
Blessing of the Beast - RaraCardtype: MasterClan: Ahrimanes. Burn option.
Bote essa carta em um Ahrimane com qualquer quantidade de cartas de Spiritus da sua mão (viradas para baixo). Você pode olha-las a qualquer momento. Este Ahrimane pode jogar estas cartas como se estivessem em sua mão. Queime esta carta quando não tiver mais cartas nela. Um vampiro pode ter apenas uma Bleesing of the Beast.
Bom, Ahrimane foi um dos clãs mencionados acima como os mais novos pertencentes a elite do Vtes. Por esta e por outra carta que faz parte deste Top 10. Blessing of the Beast não é boa porque é de Ahrimane. Seria boa para qualquer clã. Um efeito a meu ver excelente que trás dinâmica ao jogo. Lembra um pouco a Mokole's Blood, né? Todo deck de Ahrimane deve ter uma.
Code of Samiel - RaraCardtype: MasterClan: Salubri antitribu (Burn option)Cost: 2 pool
Master Unique. Bote esta carta em jogo. Durante sua untap phase, um Salubri Antitribu que você controla ganha 1 blood. Quando um Salubri Antitribu queimar um vampiro ready ou mandar uma vampiro pra torpor em combate ou como uma D action, ele ou ela desvira no fim da minion phase.
Um hunting ground para uma linhagem já é novidade, ainda mais não sendo location e com esse efeito de desvirar. Bloqueie sua presa, mande o vampiro dela pra torpor e desvire para passar o bleed do predador. Boa demais.
Command Performance - RaraCardtype: MasterClan: Daughters of Cacophony (burn option)Cost: 2 pool
Master Unique. Bote esta carta em jogo. Vire durante sua minion phase para desvirar uma Filha da Cacofonia ready. Qualquer vampiro titulado pode chamar um referendum para queimar esta carta.
Boa demais né? Se o efeito de queima-la fosse com uma simples D action ia ser caída, visto o defeito de todas as Filhas ser relativo a block. Mas com votação fica mais difícil.
Dagger - ComumCardtype: EquipmentCost: 1 poolMelee weapon. Cold iron. Você pode botar uma segunda Dagger de sua mão ou asha heap neste minion quando equipar esta Dagger de sua mão. Strike: força+1 ranged damage e, depois da resolução do strike, bote esta arma for a de jogo até o fim da ação. Queime esta arma se qualquer dano dela for prevenido.
Sentiram o drama? O cara jogou a faquinha de longe e até ir lá pra pegar denovo já terminou a ação hehe. Manero! Mas falando do efeito, Kerrie já ia bem com o Dela Eden. Agora temos uma melee que dá dano ranged e agravado na mão de um salubri. Qualquer Salubri. Eu gostei, e você?
Death Seeker - ComumCardtype: CombatClan: Salubri antitribuCost: 1 blood
Cancele uma carta de combate jogada pelo opposing minion assim que for jogada (o custo não é pago). Um vampiro só pode jogar uma Death Seeker a cada round.
Cada round? Se fosse cada combate já seria absurda. Substitui perfeitamente a Telepathic Tracking no deck !Salubri, aumentando muito o nível do clã, possibilitando até um deck de rush muito mais eficiente.
Ears of the Hare - ComumCardtype: ReactionDiscipline: Protean/Spiritus
(pro): Esse vampiro queima 1 blood para ganhar +1 intercept.
(spi): +1 intercept(
SPI): +2 intercept
Sem comentários. Quem tem um deck Ahrimane (espero que todos, já que eu já postei sobre a linhagem aqui ;] ) sabe porque esta carta faz parte do meu Top 10. Quem não tem... vai entender quando predar ou ser predado por um.
Fanfare for Elysium - RaraCardtype: Political ActionDiscipline: Melpominee
Sem comentários. Quem tem um deck Ahrimane (espero que todos, já que eu já postei sobre a linhagem aqui ;] ) sabe porque esta carta faz parte do meu Top 10. Quem não tem... vai entender quando predar ou ser predado por um.
Fanfare for Elysium - RaraCardtype: Political ActionDiscipline: Melpominee
(mel): Escolhe até cinco vampiros mais velhos . O sucesso deste referendo determina que cada um dos cinco ganha 1 blood.
(MEL): Além disso, e bote esta carta em jogo se o referendo passar. Unique. Você pode queima-la antes do range para terminar qualquer combate.
Carta que fortalece muito um DoC Vote, aumentando muito seu poder de barganha e de defesa.
Joumlon's Axe - RaraCardtype: EquipmentUnique melee weapon. Cold iron. Strike: força+1 damage. Uma vez por combate, o minion com esta carta pode cancelar uma grapple card jogada pelo opposing minion (o custo não é pago ), e o strike inicial deste minion tem que ser com esta arma.
Uma melee weapon que já vem com uma Disengage embutida. Os !Salubri novamente agradecem.
Lily Prelude - ComumCardtype: Political Action Cost: 1 bloodDiscipline: Melpominee
Carta que fortalece muito um DoC Vote, aumentando muito seu poder de barganha e de defesa.
Joumlon's Axe - RaraCardtype: EquipmentUnique melee weapon. Cold iron. Strike: força+1 damage. Uma vez por combate, o minion com esta carta pode cancelar uma grapple card jogada pelo opposing minion (o custo não é pago ), e o strike inicial deste minion tem que ser com esta arma.
Uma melee weapon que já vem com uma Disengage embutida. Os !Salubri novamente agradecem.
Lily Prelude - ComumCardtype: Political Action Cost: 1 bloodDiscipline: Melpominee
(mel): Distribua 4 pontos para um ou mais Methuselahs. O sucesso deste referendo determina que cada Methuselah queima 1 pool para cada ponto distribuido.
(MEL): Além disso, e escolhe um Methuselah. O sucesso deste referendo determina que este Methuselah ganha 1 pool.
Esta carta e a Fanfare for Elysium são as primeiras Ações Políticas que requerem uma disciplina da história do Vtes. E nessa eles botaram uma pitada de apelação. Não preciso nem explicar muito.
Unleash Hell's Fury - RaraCardtype: ActionDiscipline: Daimonium (Burn option)Cost: 2 pool+1 stealth action. Requer um vampiro infernal. Unique.
Esta carta e a Fanfare for Elysium são as primeiras Ações Políticas que requerem uma disciplina da história do Vtes. E nessa eles botaram uma pitada de apelação. Não preciso nem explicar muito.
Unleash Hell's Fury - RaraCardtype: ActionDiscipline: Daimonium (Burn option)Cost: 2 pool+1 stealth action. Requer um vampiro infernal. Unique.
(dai): Bote esta carta em jogo. Esta carta pode tentar bloquear uma D action contra você e é considerada um vampiro infernal de capacidade 9 com +2 intercept durante esta tentativa. Se bloquear, o acting minion toma 1 dano agravado imprevinivel e esta carta é queimada.
(DAI): Além disso, e desvire este minion.
Chocante. Fico muito feliz pelo jogo conseguir mostrar facetas novas. Uma carta bloqueando ações... onde isso vai parar? No quinto dos infernos? hehehe
E aí? Concordam comigo? Só em algumas? Descordam completamente? Comenta ô mané!!! Descartando e... seguiu!
Chocante. Fico muito feliz pelo jogo conseguir mostrar facetas novas. Uma carta bloqueando ações... onde isso vai parar? No quinto dos infernos? hehehe
E aí? Concordam comigo? Só em algumas? Descordam completamente? Comenta ô mané!!! Descartando e... seguiu!
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